Insurtechs são empresas novas dentro do mercado de seguros, que utilizam novas tecnologias como forma de diferenciar os seus serviços. O termo vem da junção de insurance (seguro) e technology (tecnologia), e assim como as fintechs, essas empresas têm atraído bastante atenção de players tradicionais desse segmento da economia.

 

O mercado de insurtechs

 

No Brasil, até dezembro de 2017, haviam 40 insurtechs cadastradas na Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico.

Entre as soluções que essas empresas trazem, podemos citar a facilidade de acesso a planos, maior personalização e diminuição da burocracia.

 

De olho nesse movimento, decidimos listar as 5 principais tendências no mercado das insurtechs.

 

1. Ecossistemas e plataformas

 

As seguradoras tradicionalmente atuam de forma passiva, no entanto, esse cenário tem mudado. Empresas estão integrando seus produtos a outras plataformas de serviços, criando ecossistemas capazes de atender melhor as necessidades dos clientes. Com isso, as insurtechs podem se beneficiar dos efeitos de rede, e atingir um público maior.

Para que essas integrações aconteçam com maior facilidade e gerem mais negócios, muitas insurtechs disponibilizam APIs padronizadas para parceiros.

 

2. Experiência do cliente

 

Transformar o consumo de um seguro numa experiência digital tem sido um grande diferencial para diversas insurtechs. O uso de chatbots, por exemplo, pode tornar um processo menos desagradável, aumentando o engajamento do consumidor.

A Youse, pertencente a Caixa Seguradora, permite a contratação de apólices pela internet, tornando o processo mais rápido e acessível.

 

3. Personalização do serviço

Cada vez mais, as seguradoras estão adaptando suas políticas de acordo com a necessidade de seus clientes.

Algumas seguradoras oferecem coberturas mais flexíveis, permitindo que os usuários escolham o que querem proteger e quando. O conceito de “insurance as a service” viabiliza que um seguro fique ativo somente quando os itens estiverem em uso.

A Slice, por exemplo, permite que seus clientes paguem cobertura somente durante períodos em que seu imóvel está sendo alugado.

 

4. Automatização de processos

Algumas insurtechs estão apostando na digitalização do processo de registro de sinistro. Para deixar o modo manual para trás, as empresas precisam entender com clareza a jornada que usuário o percorre nessa tarefa.

Automatizando todo esse processo, os casos de sinistro podem ser resolvidos em menos tempo, se tornando um grande diferencial para essas empresas. Diversas etapas importantes ganham mais agilidade com essa tendência, como verificação de tempo de serviço do reparo e reembolso.

 

5. Uso de Inteligência artificial

A inteligência artificial pode ser usada para transformar aspectos fundamentais de um produto de seguro. Algumas insurtechs estão utilizando essa tecnologia para analisar informações dos clientes, e criar perfis de riscos mais precisos e oferecer produtos melhores.

Além disso, a inteligência artificial também pode contribuir no atendimento de clientes, através de chatbots baseados em processamento de linguagem natural e machine learning.

 

 

 

 

 

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